PRODUTOS


AÇO - CLASSE "B" - AÇO SAE 1045/1070 EM ROLOS

Ø 2,40 mm a 5,00 mm

FERRO - "BTC" - SAE 1004/10 EM ROLOS E BARRAS
Ø 1,00mm a 9,80 mm

ARAME RECOZIDO
EM ROLOS E BARRAS
Ø 1,24mm - BWG (18)
Ø 1,65mm - BWG (16)
Ø 2,10mm - BWG (14)
Ø 2,77mm - BWG (12)
Ø 3,40mm - BWG (10)
Ø 4,19mm - BWG (08)

GALVANIZADO - "GAL" - SAE 1004/10 EM ROLOS E BARRAS Ø 1,24mm - BWG (18)
Ø 1,65mm - BWG (16)
Ø 2,10mm - BWG (14)
Ø 2,77mm - BWG (12)
Ø 3,40mm - BWG (10)
Ø 4,19mm - BWG (08)

FERRO - BARRAS
Ø 2,00mm a 2,20 mm
Ø 2,30mm a 2,60 mm
Ø 2,70mm a 3,17mm
Ø 3,25mm a 4,90mm
Ø 5,00mm a 9,80mm

BARRAS TREFILADAS
Ø 2,00 mm a 12,70 mm



Escritório e Fábrica

AV. OSAKA, 240- CENTRO INDUSTRIAL DE ARUJÁ
CEP. 07400-000
ARUJÁ/ SP

Telefone/Fax: (11) 2227-9966
E-mail: secafe@secafe.com.br




INFLUÊNCIA DOS ELEMENTOS QUÍMICOS NO AÇO




AL Alumínio - ponto de fusão 650º C. É um poderoso desoxidante dos aços.
Combina com o nitrogênio, reduzindo sua suscetibilidade do aço ao enve-
lhecimento pela deformação. Em pequenas adições, impede o crescimento
dos grãos dos aços. Endurece e ferrita.

B Boro - ponto de fusão 2040º C. Aumenta a profundidade da camada
temrerada e a dureza do núcleo nos aços temeperados. Nós aços inoxi-
dáveis austeníticos, aumenta o limite elástico, diminuindo a resistência à
corrosão.

C Carbono - ponto de fusão 3737º C. É o principal elemento de liga no aço.
Por definição, "Aço é a liga ferro-carbono, contendo geralmente entre 0,008
até 2,0 % do peso em carbono. "O carbono encontra-se combinado com
o ferro, formando a cementita, cuja fórmula é Fe3C. Enquanto que o ferro
puro é bem maleável, a cementita é bem dura. Portanto, pode-se dizer que
a principal propriedade conferida ao aço pelo carbono é a dureza. Aumenta,
também, o limite de resistência à tração e a temperabilidade, mas diminui
a tenacidade e soldabilidade.

Co Cobalto - ponto de fusão 1492º C. Aumenta a resistência ao revenimen-
to, a condutividade térmica e aumenta consideravelmente o magnetismo
residual, aumentando também o limite de resistência à tração a quente.
Não é elemento formador de carbonetos.

Cr Cromo - ponto de fusão 1920º C. Elemento que favorece a formação de
carbonetos em um aço. Por conseguinte, aumenta a dureza e a resistência
à tração do aço. Aumenta, também, a temperabilidade e em grandes
quantidades a resistência à corrosão, mas diminui um pouco a tenacidade e
bastante a soldabilidade. Em média, o limite de resistência à tração aumenta
diminui.

Cu Cobre - ponto de fusão 1084º C. Melhora os limites de resistência à tração
e o limite de escoamento dos aços, mas diminui as propriedades de elas-
ticidade. Em pequenas quantidades, torna o aço resistente à ferrugem.

H Hidrogênio
- ponto de fusão 262º C. Elemento indesejável, porque fragiliza
o aço, diminui a elasticidade sem aumentar o limite de escoamento ou o
limite de resistência à tração. Pode causar o defeito chamado "flocos".

Mb Molibdênio
- ponto de fusão 2610º C. Aumenta a resistência a quente
e, em presença do níquel e do cromo, aumenta o limite de resistência à
tração e o limite de escoamento. O molibdênio dificulta o forjamento, me-
lhora a temperabilidade, a resistência à fadiga e propriedades magnéticas.
Exerce notável influência nas propriedades da solda. É elemento formador
de carbonetos. Em ações rápidas, aumenta a tenacidade, mantendo as
propiedades de dureza a quente a retenção de corte. Nos aços rápidos
substitui o tungstênio para a formação de carbonetos, na proporção de 1%
de molibdênio para 2% de tungstêio.

Mn Manganês - ponto de fusão 1244º C. Aumenta a temperabilidade, a sol-
dabilidade e o limite de resistência à tração, como diminuição insignificante
na tenacidade. O manganês combina-se em primeiro lugar com o enxofre,
para formar o sulfeto respectivo (MnS), o excedente liga-se em parte com
o carbono, dando o respectivo carboneto (Mn3C), composto análogo à
cementita (Fe3C), à qual se associa, e, em parte, se difunde na ferrita. A
cementita contém teores de Mn3. Em grandes quantidades e em
presença de carbono aumenta muito a resistência à abrasão. O manganês
é poderoso desoxidante.

N Nitrogênio
- ponto de fusão 210º C. Prejudicial ao aço de baixa liga
porque diminui a tenacidade, além de causar corrosão intergranular. Em
aços inoxidáveis austeníticos, o nitrogênio estabiliza a estrutura, aumenta
a dureza e o limite de escoamento.

Nb Nióbio
- É elemento muito interessante, quando se deseja elevada
resistência mecânica e boa soldabilidade; teores baixissimo deste elemento
premitem aumentar o limite de resistência e limite de escoamento. Promove
o refino de grão. É um componente quase que obrigatório nos aços de alta
resist6encia e baixa liga: além de não prejudicar a soldabilidade, permite a
redução dos teores de carbono e de manganês, melhorando, portanto, a
soldabilidade e a tenacidade.

Ni Níquel - ponto de fusão 1453º C. Confere ao aço maior penetração de
têmpera, pois diminui consideravelmente a velocidade crítica de resfria-
mento. O níquel, quando ligado ao cromo, aumenta a tenacidade do aço
beneficiado. Em grandes teores, junto ao cromo, torna o aço resistente à
corrosão e ao calor. Influi diretamente para que o grão se torne mais fino.
Não é elemento formador de carbonetos.

P Fósforo
- ponto de fusão 44º C. É uma impureza indesejável, nocivo à
qualidade do aço porque acentua a tendência à segregação. Porém, é
encontrado em todos os aços, como consequência de contaminação da
matéria-prima. Aços de qualidade têm sempre especifições quanto as
porcentagens máximas admitidas de fósforo, que é um torno de 0,05%.

Pb Chumbo
- ponto de fusão 327º C. Quando adicionado em teores de 0,15%
a 0,50% em função de sua distribuição fina e homogênea no aço, resulta
na formação de cavacos finos e curtos, melhorando a usinabilidade sem
afetar as propriedades mecânicas.

S Enxofre
- ponto de fusão 118º C. Existe em todos os aços como impureza,
sendo permitidos teores de até 0,05%. Os aços resulfurados admitem altos
teores de enxofre e manganês que, combinados na forma de sulfeto de
manganês (um composto plástico), facilita a usinagem.

Se Selênio
- ponto de fusão 217º C. É usado da mesma forma que o enxofre
para melhorar a usinabilidade dos aços, tendo a vantagem de apresentar
resultados mais eficazes, além de diminuir menos a resistência à corrosão
em aços inoxidáveis.

Si Silício
- ponto de fusão 1410º C. Eleva os limites de escoamento de resis-
tência dos aços. Prejudica o alongamento, a tenacidade, a condutividade
térmica e a usinabilidade. Reduz a formação de carbonetos porque, de
certa forma, auxilia a decomposição de cementita em ferrita. Praticamente
é impossível ter-se um aço isento de silício, já que, além de se achar pre-
sente no minério de ferro, encontra-se tamb;em nos materiais refratários
dos fornos, de onde é absorvido quando do processo de fusão. Um aço
pode ser considerado aço ao silício somente quando o teor deste elemento
for superior a 0,40%. Os aços ao silício apresentam boa capacidade de
têmpera, por ter reduzida velocidade crítica de resfriamento.

Ti Titânio - ponto de fusão 1812º C. Adicionado em pequenas quantidades
tem a função de refinar o grão. Em certos aços inoxidáveis austeníticos
o titânio é adicionado em relações bem definidas com o carbono para
estabilizar o aço contra a formação de carbonetos de cromo no contorno
de grão.

V Vanádio
- ponto de fusão 1730º C. Pequenas adições de vanádio aumentam
a dureza a quente e diminuem o tamanho do grão. Em aço rápido o vanádio
melhora a retenção do corte, aumenta o lkimite de resistência à tração e o
limite de escoamento. Do ponto de vista de formação de carbonetos, substitui
o molibdênio na proporção de 1% de vanádio para 2% de molibdênio e o
tungstênio da proporção de 1% vanádio para 4% de tunsgst6enio.

W Tungstênio
- ponto de fusão 3380º C. Aumenta o limite de resistência à
tração, a resistência à abrasão e a dureza a quente, mas reduz a condu-
tividade térmica do aço. Usado em aço rápido, o tungst6encio melhora a
retenção do corte. É elemento formador de carbonetos.




 
 
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